Compreender nossos defeitos pelos olhos do outro

ALÉM DOS OLHOS

Há quem diga que, na vida, o sucesso nas nossas relações depende do caráter dos outros, das semelhanças de personalidade ou talvez da criação que se recebe. Prefiro pensar que tudo depende da nossa visão das coisas.


Sim, da visão. Existe algo tão paradoxo quanto as diferentes visões que podemos dar à vida? Se não fosse assim, seriamos induzidos a uma mesma perspectiva. Viveríamos em um ambiente de conformismo social, ético, emocional e espiritual.


Tudo que eu vejo é diferente do que o João vê, do que a Maria vê. Há nessa diversidade de visões um notório aspecto que aperta o senso crítico: quem nos vê melhor se não aqueles que estão à nossa frente? Quero transpor uma visão corriqueira para algo que, talvez, você não esteja acostumado.


Simples. Enxergamos o outro e ele nos enxerga! O que há de novo nisso? Eu respondo: somente quem está ao redor pode apontar as nossas falhas com mais precisão. Isso me vem à mente porque sempre estamos prontos para apontar o dedo, julgar, menosprezar, mas esquecemos que quem está mais próximo de nós enxerga nossos defeitos muito melhor do que nós mesmos e bem mais rápido.


Não adianta mascarar nossos erros quando os outros já sabem antes de nós! Ninguém é dono da razão, ninguém tem o direito de julgar e humilhar o outro, mesmo que o tenha vencido. Ninguém é melhor que você, mas você não é melhor do que ninguém! E em tudo sejamos humildes, se possível.

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